Boa tarde amigos!
Costumamos perceber melhor os problemas quando eles nos atingem diretamente, quando mechem com nosso bolso, com nossa dignidade, com nossa imagem perante a sociedade... Somos humanos, racionais e temos total capacidade de nos defender ou superar os obstáculos da vida.
Entretanto, todos os dias, seres indefesos que têm o mesmo direito que nós (o direito da sobrevivência) são impostos a abusos em nome da cultura e tradição. Como exemplo:
- Seitas religiosas, onde animais como sapos, galinhas e gatos são mortos em oferenda ao diabo, porque não posso acreditar que alguém tenha capacidade de matar em nome de Deus.
- Touradas – Um toureiro (tomara que morram todos) espeta lanças e desvia da fúria do animal que sangra até morrer.
- Touro de Jubilo, como as touradas, acontece também na Espanha. Nos chifres do animal é colocado um suporte com uma bola feita de piche, resina e enxofre. Com o touro amarrado é colocado fogo nessas bolas e depois o animal é solto na praça da cidade, cercado pelas pessoas que assistem a “tortura” e gritam para que o animal fique mais estressado e se debata para tentar retirar aquela bola de fogo sobre sua cabeça. Enquanto queima, o material derrete e pinga nos olhos e focinhos dos touros. Muitos deles batem a cabeça na parede para tentar se livrar do fogo e acabam morrendo. Que espetáculo!!!!
- Farra do Boi – Apesar de proibida a farra do boi ainda é praticada em muitas cidades brasileiras na época da páscoa. O estado de Santa Catarina é o que mais pratica essa atrocidade. Antes do evento o boi é confinado sem alimento por vários dias. Para aumentar o seu desespero a comida e água são colocados onde ele possa ver, mas não alcançar. Depois o boi é solto e uma multidão de “palhaços” correm atrás dele o assustando com pedaços de pau, facas, lanças de bambu, cordas, chicotes e pedras. Muitos dos animais expostos a essa brincadeira são mutilados e rasgados vivos. WSPA-Brazil (World Society for Protection of Animals) tem relatos de animais que são banhados na gasolina e depois incendiados, alguns tem seus olhos arrancados e pimenta jogada na ferida. Outros a pata quebrada, rabos cortados, entre outras torturas. Mas o importante é que o animal permaneça vivo durante dois ou três dias. Ai sim, finalmente ele é morto e a carne dividida entre os participantes. E acreditem, fazem isso em nome de Deus! ...
- Rodeios – Popular e legal perante a lei acontece em todo o Brasil e é sinônimo de festa para muitos. Pra começar a brincadeira os animais utilizados (bois, touros e cavalos) muitas vezes percorrem quilômetros até o destino da festa, enfrentando o calor e o stress de uma viagem. Para os animais pularem e ficarem nervosos, e claro, para que o rodeio tenha mais adrenalina os animais são surrados e seus sacos amarrados com força, para sentirem dor e quererem se livrar daquilo. Outro ato praticado são as laçadas, onde se utilizam bezerros de em média 40 dias, que depois de surrados são soltos e correm desesperados Estes são laçados em alta velocidade e seus pescoços brutalmente se torcem para trás, deixando-os muitas vezes paralíticos ou com hemorragias internas, causando uma morte lenta e dolorosa.
----> Quero lembrar a vocês que em breve teremos o São Miguel Tchê. Por favor protetoras, voluntárias e amantes dos animais: boicotem esse tipo de “festa”. Elas só acontecem porque têm participantes!
Ótima terça feira!
QUEM PODE TER UM ÓTIMO DIA VENDO UMA FOTO DESSAS :(
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